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Família dos EUA foi envenenada com produto encontrado na Belorizontina em BH

Os moradores de Belo Horizonte ficaram chocados na tarde desta quinta-feira, 9, quando um laudo da Polícia Civil confirmou contaminação na cerveja Belorizontina (leia aqui).


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Leia também: Polícia Civil manda NÃO TOMAR lotes de Belorizontina em BH; veja o que fazer aqui

Segundo o laudo, foi encontrado na cerveja o produto dietilenoglicol, o que pode ter causado a doença misteriosa que assola BH.

O produto é um anticongelante usado tanto em freezers e geladeiras, para evitar que eles congelem, quanto no processo de resfriamento da cerveja. (especialista explica o que é o produto; leia aqui)

Entretanto, não deve nunca entrar em contato com o líquido.


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Família americana morreu envenenada com o produto.

Em 2012 um sinistro caso aconteceu em Springfield, Missouri, EUA. Tudo começou quando o pai da família Staudte, Mark, morreu com sintomas semelhantes ao de gripe.

Considerada natural, a morte foi ignorada até que Shaun, o filho de 26 anos do casal Mark e Diane também foi encontrado morto, cinco meses depois.

Pouco tempo depois foi a vez de Sarah, de 24 anos adoecer, apresentando um quadro de falência múltipla dos órgão.


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A situação despertou o interesse das autoridades americanas, que desconfiaram da coincidência e investigaram o caso.

Envenenamento

Foi quando os policiais conseguiram a confissão de outra filha do casal, Rachel. Ela e a mãe, Diane estavam envenenando a família com dietilenoglicol, mesmo anticongelante encontrado pela Polícia Civil de Minas Gerais na Belorizontina.

No diário de Rachel, encontraram o seguinte trecho: “É triste perceber que como o meu pai vai morrer nos próximos dois meses. Shaun, o meu irmão, será o próximo. Vai ser duro habituar-me às mudanças, mas tudo vai correr bem”.


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As mortes foram planejadas pela mãe da família Diane, e executada por Rachel, que colocava pequenas doses do veneno nas bebidas do pai e dos irmãos.

Diane disse que odiava o marido, tinha ódio do filho, que não ajuda nas tarefas domésticas e não suportava a filha Sarah, por ela ter altas dívidas.

Uma outra filha da família, de 12 anos, foi entregue à adoção e tanto a mãe, Diana, quanto Rachel cumprem pena de prisão perpétua hoje.


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Fhilipe Pelájjio

Publicitário, jornalista e pós-graduado em marketing, é editor do Moon BH e do Jornal Aqui de BH e Brasília. Já foi editor do Bhaz, tem passagem pela Itatiaia e parcerias com R7, Correio Braziliense e Estado de Minas.

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