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Lei das plaquinhas dos banheiros em igrejas de BH é inútil; PBH emite nota

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A Lei das plaquinhas de banheiro, aprovada pela Câmara Municipal de Belo Horizonte e sancionada pelo prefeito Fuad Noman, que determina que as igrejas possam colocar plaquinhas de masculino e feminino nas portas não tem utilidade alguma.

De acordo com uma nota enviada a imprensa na tarde desta quinta-feira, 23, a PBH esclarece que a única serventia da legislação é permitir a fixação de plaquinhas nas portas, sem efeito prático algum.

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“A competência do município se restringe a garantir a liberdade de atribuir aos banheiros das entidades confessionais a denominação “masculino” e “feminino””, diz a nota.

Segundo a PBH, ao contrário do que se imaginou, a Lei não proíbe que pessoas trans usem os banheiros femininos das igrejas:

“A Lei não veda a utilização dos banheiros, ainda que adotada esta denominação, por quem quer que seja.  O município não detém competência legal para limitar o direito de ir e vir ou da utilização de banheiros disponibilizados ao público”.

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Reafirma que “não há no texto da lei nenhuma proibição ou limitação ao uso dos banheiros por qualquer pessoa em relação ao gênero ao qual essa se identifique”.

É como se amanhã a Câmara Municipal de Belo Horizonte também decidisse fazer uma Lei para garantir o direitos dos shoppings de também fixarem uma plaquinha na porta de cada banheiro. Dinheiro público muito bem aplicado.

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Fhilipe Pelájjio
Fhilipe Pelájjiohttps://moonbh.com.br/fhilipe-pelajjio/
Publicitário, jornalista e pós-graduado em marketing, é editor do Moon BH e do Jornal Aqui de BH e Brasília. Já foi editor do Bhaz, tem passagem pela Itatiaia e parcerias com R7, Correio Braziliense e Estado de Minas. Especialista na cobertura de política, economia de Minas Gerais e de futebol e sua influência econômica e política.

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