HomeEsportesFlamengoArrascaeta no Flamengo comenta momento que quase saiu do time: "Injustos comigo"

Arrascaeta no Flamengo comenta momento que quase saiu do time: “Injustos comigo”

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Se o torcedor do Flamengo achava que a renovação de Arrascaeta foi um mar de rosas, o ídolo tratou de contar a verdade nua e crua. Em entrevista ao podcast “10 & Faixa”, de Diego Ribas, o uruguaio abriu a caixa preta de 2025 e revelou que viveu momentos de tensão máxima com a diretoria rubro-negra.

O camisa 14 admitiu que se sentiu desrespeitado durante as negociações e que aquela comemoração famosa com as mãos nas orelhas (estilo Topo Gigio/Riquelme) não foi brincadeira: foi um protesto calculado e direto para a cúpula do clube.

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O Recado no Maracanã: “Foi Calculado”

Arrascaeta relembrou o jogo contra o Bahia, em maio de 2025 (vitória por 1 a 0 com gol dele), como o ponto de ebulição. “Eu entrei em campo pensando: se eu fizer gol, vou fazer isso (o gesto)”, confessou. O motivo? “Estavam sendo injustos comigo em algumas coisas”, disparou o craque. Na época, a diretoria havia congelado as conversas para renovar seu contrato, alegando “outras prioridades”, o que deixou o estafe do jogador furioso.

A “Guerra Fria” no Flamengo e o Novo Contrato

O atrito nos bastidores quase custou caro, mas a bola de Arrascaeta venceu a queda de braço. Após o recado público no campo, a diretoria se mexeu. O resultado final foi a renovação assinada em novembro, válida até dezembro de 2028. Porém, um detalhe contratual chama a atenção e liga o alerta para o futuro:

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Quem Manda é Quem Joga

Fotos: Gilvan de Souza/Flamengo

A revelação de Arrascaeta mostra que, no Flamengo, a gestão de egos é tão difícil quanto ganhar campeonatos. O uruguaio provou que tem força política para dobrar a diretoria: usou a arquibancada e o placar do Maracanã para destravar um aumento milionário.

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Arrascaeta deu uma aula de como negociar no Flamengo. Quando a diretoria tentou “cozinhar” a renovação, ele não foi para a imprensa reclamar; ele foi para o campo, decidiu o jogo e mandou o recado para as câmeras.

O episódio deixa uma lição: dirigentes passam, ídolos ficam. A diretoria tentou endurecer, mas teve que ceder (e até baixar a multa) para não perder o maestro do time. Agora, com contrato até 2028, a paz reina, mas o torcedor sabe que, se a bola parar de entrar ou o salário atrasar, o “Topo Gigio” pode voltar a aparecer. E quando Arrascaeta coloca a mão na orelha, a Gávea treme.

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Fhilipe Pelájjio
Fhilipe Pelájjiohttps://moonbh.com.br/fhilipe-pelajjio/
Publicitário, jornalista e pós-graduado em marketing, é editor do Moon BH e do Jornal Aqui de BH e Brasília. Já foi editor do Bhaz, tem passagem pela Itatiaia e parcerias com R7, Correio Braziliense e Estado de Minas. Especialista na cobertura de política, economia de Minas Gerais e de futebol e sua influência econômica e política.

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