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Grêmio tem nova elite de R$ 240 mi e um jogador de 17 anos lidera o cofre

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O Grêmio consolidou uma nova elite patrimonial e esportiva em 2026. Hoje, os quatro ativos mais valiosos do clube deixaram de ser apenas peças úteis para se tornarem a principal reserva de valor do elenco e a verdadeira espinha dorsal tática de Luís Castro.

Juntos, eles somam € 40 milhões (mais de R$ 220 milhões). Isso representa quase 38,5% do valor total de todo o plantel gremista, avaliado em € 103,85 milhões pelo Transfermarkt.

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Confira quem são os donos do cofre tricolor:

  • Gabriel Mec (€ 12 milhões): A joia da base é o teto criativo e financeiro do clube.
  • Tetê (€ 11 milhões): O ponta invertido e uma das maiores fatias da folha salarial (cerca de R$ 1,2 milhão/mês).
  • Juan Nardoni (€ 10 milhões): O motor físico contratado a peso de ouro para dominar o meio-campo.
  • Francis Amuzu (€ 7 milhões): A válvula de escape europeia, avaliado como o jogador mais produtivo do ataque até aqui.

Tetê e Amuzu: A nova cara do ataque do Grêmio

No “cofre” tricolor, o dinheiro tem destinos e funções diferentes. O clube concentra a despesa imediata em Tetê e Amuzu para resolver o problema ofensivo nas beiradas do campo.

Tetê chegou para reassumir a ponta direita. Mais do que estatísticas brutas (2 gols e 1 assistência no ano), ele entrega condução curta e associação por dentro, sendo vital para o esquema tático.

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Do outro lado, Amuzu é o dono da profundidade. O belga virou a principal válvula de escape vertical da equipe, somando 4 gols e 3 assistências em 2026, com aceleração e agressão constante ao espaço adversário.

O motor e a joia: Nardoni e Gabriel Mec

Gabriel Mec posa no CT do Grêmio
Foto: Divulgação/Grêmio

Se as pontas custam caro no salário, o meio-campo concentra o investimento de compra e a projeção de venda.

Juan Nardoni chegou caro (US$ 8 milhões por 80% dos direitos) para preencher o setor mais crítico do time. Com dinâmica forte e chegada sem bola, ele se tornou o pulmão que sustenta a equipe na área grande.

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Gabriel Mec, aos 17 anos, simboliza o futuro. Ele ainda não é titular absoluto, mas oferece o que falta em jogos travados: drible curto, criatividade entrelinhas e capacidade de atuar centralizado ou aberto.

A lógica silenciosa da diretoria

O ponto mais interessante dessa lista milionária não são apenas as cifras, mas o que elas representam para o projeto do Grêmio.

O clube montou um eixo que mistura presente e revenda. Tetê e Amuzu bancam a resposta imediata no ataque. Nardoni organiza o suor e a agressividade no meio. Gabriel Mec é o cheque em branco para o próximo grande salto patrimonial.

Em um ano de reconstrução, ter desempenho e potencial de venda caminhando de mãos dadas vale quase tanto quanto três pontos na tabela do Brasileirão.

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Naiara Souza
Naiara Souza
Jornalista formada há quase dez anos pela Universidade Estácio de Sá, cobre o futebol há mais de cinco anos, focada em Cruzeiro, Atlético, Palmeiras e Flamengo, e também as notícias mais importantes sobre Belo Horizonte e Minas Gerais.

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