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Grêmio define preço de R$ 44 milhões por Wagner Leonardo e acelera busca por zagueiro

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O Grêmio decidiu que não será pego de surpresa na janela de transferências de 2026. Diante do forte monitoramento de clubes como o CSKA (Rússia) e de equipes da Arábia Saudita, a diretoria tricolor fixou o valor mínimo para abrir conversas pelo zagueiro Wagner Leonardo: 7 milhões de euros (aproximadamente R$ 44,1 milhões).

Embora ainda não exista uma proposta oficial protocolada na mesa do presidente Odorico Roman, o recado interno é claro: o Grêmio vê no defensor uma oportunidade de lucro real, já que ele foi contratado por cerca de R$ 25,7 milhões em 2025. Vender Wagner Leonardo agora significaria quase dobrar o investimento e gerar o caixa necessário para atender aos pedidos de Luís Castro por um elenco mais enxuto e qualificado.

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Por que a zaga virou prioridade absoluta para fevereiro?

A pressa do Grêmio em discutir reposições não é apenas preventiva, é numérica. Recentemente, o clube promoveu uma reformulação profunda que resultou na saída de 16 jogadores, incluindo nomes experientes do setor defensivo como Rodrigo Ely e Jemerson.

Atualmente, o elenco conta com Balbuena, Gustavo Martins, Kannemann, Viery e o próprio Wagner Leonardo. Caso o titular saia, Luís Castro ficaria com opções limitadas para manter a linha alta e a saída de bola qualificada que seu modelo de jogo exige. Por isso, a diretoria trabalha com a meta de anunciar um novo defensor ainda em fevereiro, garantindo tempo de registro no BID antes do fechamento da janela em 3 de março.

O alvo preferido: A sombra de Adryelson na Arena

Foto: Al-Wasl / Divulgação

O “algo a mais” nesta engrenagem atende pelo nome de Adryelson. O zagueiro, que teve o auge da carreira sob o comando de Luís Castro no Botafogo, é o perfil exato que o Grêmio busca: velocidade para coberturas longas e comando de área.

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Embora as sondagens anteriores não tenham evoluído para proposta, a possível venda de Wagner Leonardo mudaria o patamar financeiro da negociação. Adryelson é visto como a reposição “plug-and-play” — o jogador que chega, veste a camisa e já conhece todos os automatismos táticos do treinador, reduzindo o risco de adaptação no meio das competições.

Em março de 2026, o jogador é um reserva, o que aumenta as chances dele se tornar uma peça à venda.

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Fhilipe Pelájjio
Fhilipe Pelájjiohttps://moonbh.com.br/fhilipe-pelajjio/
Publicitário, jornalista e pós-graduado em marketing, é editor do Moon BH e do Jornal Aqui de BH e Brasília. Já foi editor do Bhaz, tem passagem pela Itatiaia e parcerias com R7, Correio Braziliense e Estado de Minas. Especialista na cobertura de política, economia de Minas Gerais e de futebol e sua influência econômica e política.

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