O Atlético-MG entra na contagem regressiva para a janela de transferências do meio do ano com um diagnóstico clínico já estabelecido por Eduardo Domínguez. A diretoria alvinegra trabalha com quatro alvos táticos definidos: um zagueiro, um volante, um “camisa 9” e um atacante de beirada (extremo).
Com a recente rescisão de Hulk abrindo um respiro crucial na folha salarial, a montagem do elenco ganha tração. Embora a cúpula atleticana evite cravar nomes publicamente, o radar do mercado aponta para três alvos consolidados. Esses alvos traduzem a nova filosofia do clube: correção estrutural acima do “medalhão por barulho”. O time Atlético-MG busca soluções alinhadas às necessidades atuais. Além disso, prioriza desempenho e perfil técnico adequado.
Oxerife argentino: Kevin Lomónaco
A prioridade número um para o sistema defensivo atende pelo nome de Kevin Lomónaco. O zagueiro argentino, atualmente no Independiente, já esteve na mesa de negociações do Galo em fevereiro e seu perfil agrada em cheio à comissão técnica. Vale lembrar que a defesa comandada pelo Atlético-MG tem sido destaque nas últimas temporadas e novas peças sempre são avaliadas para manter o alto nível competitivo.
Avaliando em 9 milhões de euros pelo Transfermarkt, Lomónaco não é uma aposta barata. Mas ele entrega a agressividade na antecipação e a imposição física que Domínguez exige de seus zagueiros. Para uma equipe que busca ser compacta e pressionar o adversário em bloco alto, ele surge como a opção mais cara. Além disso, entre os nomes públicos da lista, é o mais pronto na visão do Atlético-MG.
O sonho de intensidade no meio: Fred
Se o zagueiro argentino resolve a última linha, o Fenerbahçe detém o sonho de consumo do Galo para a proteção à frente da área: o volante Fred. A diretoria o mantém no imaginário como um alvo prioritário de Paulo Bracks. Mesmo assim, não há uma negociação quente confirmada neste exato momento envolvendo Atlético-MG e Fred.

Avaliando na casa dos 6 milhões de euros, o meio-campista entregaria um pacote completo e de impacto imediato para a Série A: experiência internacional, intensidade tática e proteção defensiva. Fred não é um jogador para futura revenda. Em vez disso, é a peça de engrenagem perfeita para um meio-campo que ainda sofre para encontrar o balanço entre controle e combatividade, algo observado pela comissão técnica do Atlético-MG.
A aposta ofensiva e de valorização: Lucas Assadi
Enquanto Fred e Lomónaco trazem peso de imposição, o meia chileno Lucas Assadi (Universidad de Chile) representa o oxigênio criativo para o setor ofensivo. Paulo Bracks já havia aberto negociações com o estafe do atleta em janeiro, esbarrando na pedida inicial de 5 milhões de dólares. Por esse motivo, é interessante para o Atlético-MG manter Assadi no radar para futuras movimentações do mercado.
Atualmente avaliado em 3 milhões de euros, o jovem tem a versatilidade necessária para jogar como meia armador, segundo atacante ou até mesmo como um extremo aberto pela esquerda. Ele preenche a lacuna apontada por Domínguez de um atleta veloz que quebra linhas. Além disso, entrega um combo raro de técnica refinada e altíssimo potencial de valorização futura no mercado internacional, o que pode interessar ao Atlético-MG.
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