Quem frequenta parques e praças de Belo Horizonte ganhou mais lugares para acessar a internet sem usar o pacote de dados do celular. A Prefeitura ampliou o Wi-Fi BH Gratuito para 17 novos espaços públicos, distribuídos entre as regiões da Pampulha, Nordeste, Venda Nova, Barreiro, Noroeste, Oeste e Leste.
A expansão inclui locais como o Parque Lagoa do Nado, Parque Guilherme Lage e diferentes praças de bairros da capital. Com as novas ativações, a rede municipal ultrapassa 5.173 pontos de Wi-Fi gratuito espalhados por BH e já soma mais de 3,3 milhões de usuários cadastrados.
O serviço não fica restrito às áreas de lazer. A infraestrutura também está presente em vilas e favelas, equipamentos públicos, estações de ônibus e grandes vias. A nova etapa, entretanto, concentra a expansão justamente em espaços onde moradores podem utilizar a conexão durante atividades de lazer, estudo ou até trabalho ao ar livre.
Onde estão os 17 novos pontos de Wi-Fi gratuito em BH?
Os novos locais estão espalhados por sete das nove regionais da cidade. A Pampulha recebeu três espaços, enquanto Venda Nova, Oeste e Barreiro concentram a maior parte das novas ativações.
Veja a lista divulgada pela Prefeitura:
- Parque do Bairro Jardim Leblon, na Regional Pampulha;
- Parque Lagoa do Nado, na Regional Pampulha;
- Parque 1º de Maio, na Regional Nordeste;
- Parque Guilherme Lage, na Regional Nordeste;
- Praça Amintas de Barros, em Venda Nova;
- Praça da Fé, no Barreiro;
- Praça Enfermeira Geralda Marra, em Venda Nova;
- Praça do Mirante, na Regional Noroeste;
- Praça da Saúde, na Regional Oeste;
- Praça Miriam Brandão, na Pampulha;
- Praça Sargento Moreira Neves, em Venda Nova;
- Praça Vereador Delio Salomon, na Regional Oeste;
- Praça Via do Bicão, na Regional Oeste;
- Parque Ecológico Pedro Machado, na Regional Oeste;
- Vila Bernadete, no Barreiro;
- Vila Cemig, no Barreiro;
- Praça Itapira, na Regional Leste.
Entre os espaços contemplados está o Lagoa do Nado, que reúne áreas verdes e atividades culturais e já apareceu na programação de eventos gratuitos da cidade. O local abriga o Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado, que recentemente participou do Mês do Patrimônio Cultural de BH.
Como usar o Wi-Fi gratuito de BH?
O acesso não exige aplicativo específico. Segundo as orientações divulgadas pela Prefeitura de Belo Horizonte, o usuário precisa procurar pela rede “Wi-Fi BH Gratuito” nas configurações do celular, tablet ou computador.
Na primeira utilização, é necessário fazer um cadastro simples, informando nome, telefone e CPF, além de aceitar os termos de uso. Estrangeiros que estiverem visitando a capital podem utilizar os dados do passaporte no lugar do CPF.
Depois do cadastro e da autenticação, a navegação é liberada. A rede é pública e pode ser utilizada tanto para atividades básicas, como mensagens e redes sociais, quanto para acesso a serviços públicos on-line.
Como ocorre em qualquer Wi-Fi público, porém, é recomendável ter cuidado ao acessar contas bancárias ou inserir informações sensíveis. Redes abertas facilitam o acesso à internet, mas exigem atenção maior do usuário com senhas e dados pessoais.
BH já tem mais de 5,1 mil pontos gratuitos
Os 17 novos locais representam uma parcela pequena diante do tamanho que o programa alcançou. De acordo com a PBH, a cidade possui atualmente mais de 5.173 pontos de Wi-Fi público, presentes também em todas as vilas e favelas da capital.
A expansão faz parte da estratégia de transformar BH em uma cidade com serviços públicos cada vez mais conectados. A tecnologia já aparece em outras áreas da gestão municipal, como no projeto de semáforos inteligentes com inteligência artificial, que prevê a modernização de aproximadamente metade dos controladores semafóricos da cidade.
A ampliação da internet pública segue a mesma lógica, mas produz um impacto mais direto para quem não possui conexão móvel suficiente ou precisa acessar um serviço durante o deslocamento pela cidade.
Para localizar outros pontos além dos 17 recém-ativados, a Prefeitura mantém um mapa com os locais atendidos pelo programa. Com a nova expansão, parques e praças se somam a uma rede que já acompanha o belo-horizontino em estações, equipamentos públicos, vias e comunidades de diferentes regiões da capital.


