O Palmeiras garantiu a permanência de uma das surpresas deste início de temporada. O clube acionou a cláusula de compra junto ao Goiás e adquiriu em definitivo o meio-campista Larson, de 20 anos. O negócio foi fechado por cerca de R$ 4 milhões por 50% dos direitos econômicos, com o Verdão assinando um contrato longo até dezembro de 2030.
A “Passada Larga” que encantou Abel no Palmeiras
A decisão de compra não foi apenas administrativa; teve o dedo de Abel Ferreira. Larson ganhou espaço nos treinos pela versatilidade e pela capacidade física — características valorizadas pela comissão técnica, que destaca sua “passada larga” e inteligência para ocupar espaços.
O garoto já “furou a fila” da base em 2026. Atuou como titular e deu assistência na vitória sobre a Portuguesa, entrou no clássico contra o Santos e foi titular contra o Novorizontino. Antes disso, foi peça-chave no título do Brasileirão Sub-20 de 2025.
Curiosidade: Nome de Craque

Larson carrega no documento uma homenagem de peso. Seu pai batizou o filho em referência ao lendário atacante sueco Henrik Larsson. A família, aliás, gosta de futebol internacional: o irmão do jogador do Palmeiras se chama Thierry, em homenagem ao francês Thierry Henry.
Nascido em Pelotas (RS), o meia passou pelo Brasil de Pelotas antes de se destacar no Goiás e chegar ao Palmeiras por empréstimo, onde agora firma raízes.
Análise Moon BH: Compra de “Manual”
O Palmeiras repete com Larson uma fórmula que vem dando certo: identificar talento bruto, testar no “laboratório” de Abel e comprar antes que o preço exploda.
Pagar R$ 4 milhões por 50% de um jogador de 20 anos que já entrega minutos no profissional é uma pechincha no mercado atual. O Palmeiras garante o controle do ativo até 2030 e mantém o Goiás como sócio numa futura venda. Se Larson virar o “motorzinho” que promete ser, esse investimento se paga em seis meses de futebol. É o tipo de negócio silencioso que sustenta elenco campeão.