Falar de dinheiro no Flamengo é falar de cifras europeias. O clube rubro-negro entrou em 2026 com uma folha salarial que faria inveja a muitos times do Velho Continente. Com a chegada histórica de Lucas Paquetá, o teto salarial da Gávea foi redefinido, criando um “Olimpo” de jogadores que recebem na casa dos R$ 2 milhões por mês.
Embora o clube guarde os contratos a sete chaves, o mercado mapeou o “pacote mensal” (salário + imagem + luvas diluídas) das estrelas. A hierarquia financeira do Mengão está desenhada. Confira quem são os 5 “donos do cofre”:
O Top 5 da Ostentação do Flamengo
1. Lucas Paquetá (~R$ 2,0 milhões)
A maior contratação da história do futebol brasileiro (R$ 260 milhões) já chegou com status de dono do time. Paquetá recebe cerca de R$ 2 milhões mensais, um valor justificado pelo seu retorno da Premier League.
- O Detalhe: O meia aceitou um desconto em folha para cobrir diferenças do pagamento ao West Ham, mostrando comprometimento com a operação.
2. Arrascaeta (~R$ 2,0 milhões)

O ídolo máximo da geração não ficou para trás. Com a renovação recente, o uruguaio colou no topo. O clube entende que Arrascaeta é a estrutura do time há uma década e paga para evitar qualquer ruído de saída. Ele e Paquetá dividem o trono financeiro.
3. Bruno Henrique (~R$ 1,8 milhão)
O “Rei dos Clássicos” custa caro, mas entrega. O pacote de BH27 (salário + luvas pesadas diluídas no contrato de 3 anos) bate na casa de R$ 1,8 milhão. O custo total da renovação foi estimado em R$ 70 milhões, blindando o atacante do assédio rival.
4. Alex Sandro (~R$ 1,8 milhão)
Lateral de Seleção Brasileira e Juventus não sai barato. Alex Sandro chegou pronto e assumiu a titularidade, com um custo mensal que empata com o de Bruno Henrique. É o preço da experiência internacional.
5. Nicolás De la Cruz (~R$ 1,5 milhão)

O motorzinho uruguaio fecha o Top 5 (empatado tecnicamente com Saúl Ñíguez em algumas listas). Recebendo cerca de R$ 1,5 milhão, De la Cruz é a prova de que até a “segunda prateleira” salarial do Fla é sonho de consumo de qualquer outro clube da América do Sul.
O Flamengo opera hoje com uma lógica de elite clara: paga-se fortunas para quem decide campeonato. Concentrar o investimento em Paquetá e Arrascaeta faz sentido esportivo, pois são eles que trazem a taça.
Porém, essa estratégia exige gestão de vestiário cirúrgica. Quando você cria um teto de R$ 2 milhões e uma segunda linha de R$ 1,8 milhão, a “régua” sobe para todo mundo. A cada renovação, o jogador vai olhar para cima e pedir aumento. O desafio da diretoria não é só pagar a conta hoje, é evitar que a folha salarial vire uma escada infinita onde todo mundo acha que merece ganhar como rei.