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Rizek crava Paquetá no Flamengo como “dono” do futebol brasileiro. Supera Neymar hoje?

A possível volta de Lucas Paquetá ao Flamengo em 2026 não seria apenas uma contratação, mas uma mudança de hierarquia no futebol nacional. Foi o que analisou o jornalista André Rizek, do ge, ao afirmar que, se o meia desembarcar na Gávea, ele se torna automaticamente o “principal nome do futebol brasileiro” — superando, no quesito desempenho e impacto imediato, o astro Neymar, que renovou com o Santos.

Mas será que Paquetá é realmente “maior” que Neymar hoje? O debate envolve dois campeonatos diferentes: o do campo e o do holofote.

No Campo: A Vantagem de Paquetá no Flamengo

O argumento de Rizek se sustenta na “prontidão”. Paquetá tem 28 anos, vive o auge físico e vem de temporadas como titular na Premier League, a liga mais intensa do mundo.

Reprodução

Se o Flamengo confirmar a compra (especulada entre £ 36 e £ 40 milhões, ou cerca de R$ 260 a R$ 280 milhões), traz um jogador capaz de entregar intensidade, pressão e 60 jogos na temporada. Já Neymar, apesar da genialidade técnica indiscutível, inicia 2026 em transição física após cirurgia no menisco, buscando ritmo de jogo.

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Financeiramente, o momento também favorece o meia do West Ham. Segundo o Transfermarkt:

Enquanto Neymar é uma aposta de “momentos mágicos” e impacto midiático, Paquetá é um investimento de performance sustentada.

No Holofote: A Coroa ainda é do Rei

Foto: Divulgação – Santos

Se no campo a balança pende para o vigor de Paquetá, fora dele Neymar segue intocável. O camisa 10 do Santos continua sendo o “centro gravitacional” da mídia, do marketing e da audiência. Mesmo jogando menos, ele movimenta mais paixão e narrativa do que qualquer outro atleta no continente.

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André Rizek tocou no ponto certo: repatriar Paquetá hoje é importar um nível de competitividade que o Brasil raramente vê. Ele chega para ser o “craque do campeonato” — aquele que decide a regularidade dos pontos corridos.

Neymar, por outro lado, joga outra liga. Ele é o “personagem do futebol brasileiro”. Se Paquetá promete ser o motor do Flamengo em 2026, Neymar será a alma do Santos. Um vence pela constância e intensidade; o outro, pela magia e pelo tamanho da estrela. Se os dois estiverem em campo, o torcedor brasileiro ganha o melhor dos dois mundos: o auge técnico de um e o último ato genial do outro.

Fhilipe Pelájjio
Fhilipe Pelájjiohttps://moonbh.com.br/fhilipe-pelajjio/
Publicitário, jornalista e pós-graduado em marketing, é editor do Moon BH e do Jornal Aqui de BH e Brasília. Já foi editor do Bhaz, tem passagem pela Itatiaia e parcerias com R7, Correio Braziliense e Estado de Minas. Especialista na cobertura de futebol, com foco em Atlético, Cruzeiro, Palmeiras e Flamengo há mais de 10 anos.