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Botafogo: Quanto custa para tirar Danilo, Artur e Savarino do clube? Veja os valores

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A janela de transferências do meio do ano fechou com o Botafogo vendendo muito bem (John, Cuiabano, etc.), mas o recado mais forte foi dado pelas propostas que o clube recusou. Ao dizer “não” a ofertas que, somadas, ultrapassam os R$ 300 milhões, a diretoria de John Textor estabeleceu uma “lista de preços” clara para seus principais ativos. A mensagem para o mercado é simples: quem quiser tirar uma estrela de General Severiano na próxima janela, em janeiro, terá que vir com o cofre aberto.

A estratégia agora é de vendas seletivas e com a régua lá no alto, protegendo a espinha dorsal do time de Davide Ancelotti.

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O “Clube dos Intocáveis” (a menos que a oferta seja irrecusável)

Dois jogadores foram blindados com recusas a propostas estratosféricas, e seus “preços” para janeiro já estão definidos.

  • Danilo (volante): O Fulham ofereceu €30 milhões (R$ 191 milhões) no último dia da janela, e John Textor recusou publicamente. A pedida para a próxima janela, portanto, começa acima deste patamar. Vender o ponto de equilíbrio do time exigirá uma proposta verdadeiramente fora da curva.
  • Artur (ponta): O Spartak Moscou acenou com €15 milhões (R$ 98 milhões), mas o Botafogo e o próprio jogador disseram “não”. Com contrato longo, o clube só abre conversa por valores superiores a este.

A “Moeda” para Fazer Caixa

Enquanto alguns são blindados, outros são vistos como a “moeda” mais líquida para gerar receita sem desmontar o time.

  • Jefferson Savarino (meia-atacante): O clube recusou duas propostas na casa de €7 milhões (R$ 44 milhões). Este valor se tornou a referência clara para o mercado. Uma nova proposta neste patamar em janeiro tem grandes chances de ser aceita.
  • Marlon Freitas (volante): Uma oferta de US$ 2 milhões foi considerada “piada”. O clube trabalha com a avaliação de mercado do jogador, que gira em torno de €6 a €7 milhões, como o piso para iniciar uma conversa.

Análise: O Fim do “Balcão de Negócios”

A postura do Botafogo nesta janela é um marco na gestão da SAF. O clube deixou de ser um “balcão de negócios”, que vendia por necessidade, para se tornar um “clube negociador”, que vende por estratégia.

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Ao recusar ofertas gigantescas, John Textor não apenas valoriza seus ativos, mas envia uma mensagem de força para o elenco e para a torcida. A era de vender barato para pagar as contas acabou. Agora, o Botafogo dita as regras, o preço e, principalmente, o timing de suas negociações.

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Fhilipe Pelájjio
Fhilipe Pelájjiohttps://moonbh.com.br/fhilipe-pelajjio/
Publicitário, jornalista e pós-graduado em marketing, é editor do Moon BH e do Jornal Aqui de BH e Brasília. Já foi editor do Bhaz, tem passagem pela Itatiaia e parcerias com R7, Correio Braziliense e Estado de Minas. Especialista na cobertura de política, economia de Minas Gerais e de futebol e sua influência econômica e política.

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