Reeleito com 63% para a Prefeitura de Belo Horizonte e com uma larga base na Câmara Municipal da capital mineira, Alexandre Kalil (PSD) vem enfrentando algumas crises em sua administração. Até o momento, o prefeito enfrentou cinco pedidos de impeachment e uma CPI especial sobre a sua administração em relação à pandemia em BH.
Em uma entrevista à Carta Capital, Kalil afirmou que essa crise política tem relação direta com as eleições do próximo ano, nas quais ele pretende disputar o governo do estado com Romeu Zema (NOVO).
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“É claro que tem relação com 2022. Graças a Deus, a prefeitura vai muito bem, paga seus fornecedores em dia, é bem avaliada. Agora abriram uma quarta CPI, uma vez que a anterior morreu no nascedouro, porque não conseguiram emplacar.
Tentaram colocar dois bolsonaristas ferrenhos, parte da oposição também ligada a Bolsonaro e acabaram, agora, cometendo um erro técnico. Apurem, eu boto a cara. Não tenho compromisso com o malfeito. Mas os escândalos que estão aí são parte de uma estrutura midiática. Precisamos lembrar que isso aqui não é joguinho de internet, tem CPF envolvido e gente cometendo crime de calúnia”, afirmou o prefeito de BH.
Questionado sobre a sua possível candidatura, Kalil desconversou mas admitiu que começou a viajar pelo interior como presidente da Federação Mineira de Prefeitos, um cargo estratégico para alavancar o seu nome ainda desconhecido no interior de Minas Gerais.
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