A Câmara de Belo Horizonte viveu tempos de paz até a semana passada, quando jornal Estado de Minas revelou que vários vereadores mantém contratados pela casa vários funcionários que prestaram serviço para suas campanhas eleitorais.

Na teoria, nenhum deles deveria ser contratado por indicação política e precisariam passar por processo seletivo normal.

Não se via escândalos na casa desde 2016, quando a Polícia Civil fez a operação “Santo da Casa”, que pendeu o presidente da Câmara por desviar recursos públicos.

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