Celebrado no dia 9 de setembro, o Dia do Médico Veterinário será especial para os mais de 50 alunos de Medicina Veterinária do UniBH que atuam no Hospital Público Veterinário de Belo Horizonte. Não só para eles, mas também, para tutores e pets, que têm a possibilidade de conquistar mais qualidade de vida com os acolhimentos.

As equipes do Centro Universitário têm se revezado na recuperação dos animais encaminhados à unidade localizada no bairro Madre Gertrudes (região oeste), com um serviço qualificado e uma formação diferenciada, que permite aos estudantes do projeto carregar no currículo a bagagem de um atendimento sistêmico e envolvido com a área de clínica médica.

De acordo com Aldair Junio Woyames Pinto, professor de Medicina Veterinária do UniBH e vice-presidente da Anclivepa Minas (Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais/MG), entidade responsável pela gestão do Hospital, os estudantes são envolvidos tanto técnica, como emocionalmente com os casos atendidos. “Eles têm a total responsabilidade de fazer o hospital existir. Sem eles nada seria possível”, diz.

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Flávia Giancotti de Moraes cursa o 8º período de Medicina Veterinária no UniBH e integra a equipe do Hospital. Para ela, não há como mensurar a relevância dessa atuação para a formação dos alunos, bem como para tutores e pets. “Nosso trabalho é voltado à população carente. Recebemos os animais e seus responsáveis, realizamos o acolhimento, conversamos. Fazemos o que está ao nosso alcance para oferecer conforto e um atendimento completo, auxiliando, inclusive, no agendamento de exames. É uma experiência que agrega demais ao aprendizado. Um diferencial para a equipe e para a sociedade”, declara.

Flávia ressalta ainda que se sente realizada em fazer algo relevante para a população. “Se o hospital não existisse, não seria possível fazer a diferença na vida dos tutores e dos animais. Vemos a gratidão das pessoas atendidas a cada acolhimento. É um retorno imediato.”

“A experiência que os alunos adquirem com os atendimentos vai permitir que se formem não somente como técnicos, mas também como profissionais que entendem a saúde única, que respeita as classes sociais e os animais daqueles que precisam de ajuda”, destaca Aldair Pinto.

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