O mês de dezembro de 2025 marcou um ponto de virada na história da mídia digital mineira. O Moon BH bateu seu recorde absoluto de audiência, impactando um total de 17,45 milhões de pessoas em suas plataformas. O número, que se aproxima da população total do estado de Minas Gerais, consolida o veículo como uma das maiores forças de comunicação regional.
A marca foi atingida graças a uma estratégia multiplataforma que une o viral das redes sociais com a profundidade do jornalismo no portal.
Ecossistema e Nova Estratégia: Os Números Detalhados
O resultado de dezembro não foi concentrado em apenas um canal, mas distribuído onde o público está. Confira o raio-X da audiência:
- Instagram (O Motor Viral): A principal vitrine do Moon BH explodiu com 14,7 milhões de contas alcançadas. O foco em carrosséis informativos, cobertura em tempo real e a linguagem nativa de BH foram decisivos para furar a bolha.
- Facebook (A Comunidade): Muitas vezes subestimada pelo mercado, a rede de Mark Zuckerberg mostrou sua força de distribuição de notícias, somando 1,9 milhão de pessoas alcançadas.
- Portal de Notícias (A Autoridade): O site moonbh.com.br, casa do conteúdo aprofundado e do SEO, recebeu 850 mil leituras, servindo como a âncora de credibilidade do ecossistema.
O Instagram, até então pouco utilizado pelo portal, recebeu investimentos em conteúdos exclusivos e opera, de verdade, há apenas quatros meses.
O Que Isso Significa?
Para se ter uma dimensão do feito: o alcance de 17,45 milhões de pessoas supera em quase sete vezes a população de Belo Horizonte (estimada em 2,5 milhões de habitantes).
“por estratégia, o moon bh não usava redes sociais. uma mudança de reposicionamento há seis meses mudou tudo”, explica fhilipe pelájjio, diretor de conteúdo.
“As redes do Moon BH”
O portal, em sua estratégia, vê as redes não como um lugar para repostar o que é gerado pelo portal, mas um espaço de conteúdo exclusivo e seguro.
“Quando na faculdade, ouvíamos aprendíamos que jornais populares eram repletos de sangue e crimes. Hoje todos os grandes jornais publicam este tipo de conteúdo. Decidimos criar uma rede livre disto. Sem conteúdo sensível, sem imagens fortes. Um espaço seguro para os avós, pais e filhos”, completa Pelájjio.