O Palmeiras elegeu Nino (ex-Fluminense e hoje no Zenit) como o “Nome A” para a zaga em 2026, mas esbarrou na rigidez soviética do mercado. O clube russo fez jogo duro e avisou: não pretende liberar o defensor nesta janela. A sinalização vinda de São Petersburgo (e de Abu Dhabi, onde o time faz pré-temporada) é clara: se o negócio sair, Nino só chega ao Brasil no meio do ano, após o fim da temporada europeia. O Verdão, que tem pressa para repor a saída de Micael, agora vive o dilema de esperar ou partir para outra.
A Missão do Palmeiras em Abu Dhabi
O Palmeiras não está brincando em serviço. O clube enviou um emissário diretamente para Abu Dhabi, onde o Zenit disputa a Winline RPL Winter Cup até o dia 10 de fevereiro. A tentativa foi destravar o negócio “no olho no olho”.
- O “Sim” do Jogador: O estafe de Nino vê com bons olhos o retorno e a conversa fluiu.
- O “Niet” do Clube: O Zenit, protegido por um contrato até junho de 2028, bateu o pé. A temporada russa vai até 17 de maio, e eles não querem perder um titular agora.
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Leila deve Esperar ou Desistir?

A diretoria alviverde admite internamente que pode fechar a compra agora para ter o jogador em julho. Porém, Abel Ferreira precisa de zagueiro “para ontem”. Com a saída de Micael, o elenco ficou curto. Por isso, o Palmeiras ativou o Plano B. O clube já abriu conversas sigilosas com outras alternativas de mercado para não ficar refém da novela russa.
Nomes como Igor Julio (Brighton) já foram sondados anteriormente, mas a bola da vez é mantida em sigilo.
Negociar com russos é, historicamente, o pesadelo de qualquer dirigente brasileiro. Eles têm dinheiro, não precisam vender e são frios nas tratativas. O Zenit sabe que Nino é titular de nível Seleção e não vai facilitar.
Para o Palmeiras, fechar com Nino para o meio do ano seria uma jogada de mestre pensando em Mata-Mata de Libertadores e segundo turno do Brasileirão. O problema é sobreviver até lá. Se Barros conseguir amarrar o contrato de Nino para julho e trazer um zagueiro “tampão” ou uma oportunidade de mercado para agora, o ano da defesa está salvo. Se apostar todas as fichas só na espera, corre o risco de deixar Abel desguarnecido no Estadual e no início do Brasileiro.