O Palmeiras está prestes a receber uma injeção financeira inesperada e robusta. Com a venda iminente do meia Jhon Jhon do RB Bragantino para o Zenit (Rússia), o Verdão ativou um “gatilho” contratual inteligente e terá direito a uma fatia generosa da negociação, que gira em torno de € 20 milhões (cerca de R$ 125 milhões) no total.
A conta do lucro: R$ 25 milhões na conta do Palmeiras
O motivo da comemoração nos bastidores palmeirenses é simples: quando vendeu Jhon Jhon ao Bragantino em 2024, o Palmeiras manteve 20% dos direitos econômicos visando exatamente uma valorização futura. A estratégia funcionou perfeitamente.
Considerando o valor total da operação em € 20 milhões, a parte que cabe ao Palmeiras é de € 4 milhões. Na cotação atual (euro a R$ 6,26), isso significa um depósito de aproximadamente R$ 25 milhões nos cofres alviverdes, sem que o clube precise mover um dedo.
Vale ressaltar um detalhe da negociação: se o acordo for fechado em € 18 milhões fixos + € 2 milhões em bônus, o Verdão garante imediatamente cerca de € 3,6 milhões (R$ 22,5 milhões) e torce pelo cumprimento das metas para receber o restante.
A explosão de Jhon Jhon

O lucro do Palmeiras é reflexo do salto esportivo do meia. Desde que chegou a Bragança Paulista, Jhon Jhon deixou de ser promessa para virar realidade. Segundo dados da CNN, ele somou 76 jogos, 20 gols e 14 assistências até 2026, números que convenceram os russos a abrir o cofre.
Análise Moon BH: O Dinheiro Invisível
O caso Jhon Jhon é uma aula de gestão moderna. O Palmeiras não apenas vendeu bem o jogador em 2024 (cerca de R$ 40 milhões na época), como garantiu uma “aposentadoria” sobre o ativo.
Ganhar R$ 25 milhões com um jogador que já não está no elenco há dois anos é o sonho de qualquer diretor financeiro. Esse dinheiro “extra” chega em boa hora e pode financiar, sozinho, a contratação de um reforço de peso para a temporada ou cobrir custos operacionais. O Verdão prova que, às vezes, saber vender é tão importante quanto saber comprar.