O mercado da bola registrou uma nova definição de valores envolvendo o atacante Marcos Leonardo. O Al-Hilal, da Arábia Saudita, estabeleceu o preço para abrir negociações pelo jogador revelado pelo Santos. O Flamengo está de olho.
De acordo com apurações divulgadas nesta semana, o clube saudita fixou a pedida em € 35 milhões. Na cotação atual, a cifra representa um investimento na casa dos R$ 212 milhões.
Esse montante atua hoje como a principal barreira financeira para os clubes brasileiros que demonstraram interesse recente na repatriação do atleta.
O radar do Flamengo e o fator Cruzeiro
O monitoramento de Marcos Leonardo por parte da diretoria do Flamengo está documentado no noticiário esportivo desde o início da atual temporada.
Em janeiro, o portal ge informou que o atacante passou a ser avaliado como uma alternativa rubro-negra após o Cruzeiro recusar a abertura de negociações pelo centroavante Kaio Jorge.
A ESPN também registrou o nome de Marcos Leonardo em uma lista de opções analisadas pela Gávea. A emissora, no entanto, ressaltou que o alto custo da operação sempre representou um obstáculo para o avanço das conversas. Até o momento, não há registro de proposta formalizada aos sauditas.
O monitoramento do São Paulo

Em relação ao São Paulo, o interesse pelo atacante faz parte de um acompanhamento antigo do departamento de futebol. O clube do Morumbis observa a situação do atleta no Oriente Médio.
As publicações recentes, porém, indicam que esse acompanhamento não evoluiu para tratativas oficiais. A exigência de R$ 212 milhões inviabiliza a apresentação de uma oferta compatível com o atual orçamento do clube paulista.
O histórico de mercado do Al-Hilal
A fixação do preço em € 35 milhões mantém coerência com as movimentações internacionais recentes do Al-Hilal, que não demonstra intenção de facilitar a saída do brasileiro.
Em fevereiro deste ano, o ge reportou que a equipe saudita exigiu € 40 milhões em uma opção de compra durante tratativas com o Atlético de Madrid, da Espanha. A ESPN também destacou, logo em janeiro, a postura inflexível dos árabes nas negociações.
Embora o montante atual represente uma redução de € 5 milhões em relação à pedida feita aos espanhóis, o valor segue posicionado em uma faixa financeira restritiva para os padrões do futebol brasileiro.