A Nação Rubro-Negra está impaciente, as vaias começaram a ecoar nas arquibancadas e a fumaça de crise rondou a Gávea após uma sequência de quatro jogos sem vitórias e o vice na Supercopa. O debate sobre uma possível demissão de Filipe Luís tomou conta das redes sociais, mas a diretoria do Flamengo resolveu agir rápido nos bastidores para cortar o mal pela raiz.
A decisão oficial está tomada: Filipe Luís não será demitido. A alta cúpula do clube entende o momento como uma “turbulência de início de ano”, blindou o treinador e avisou que não vai ceder à pressão externa para jogar um projeto de longo prazo no lixo.
Para a diretoria rubro-negra, a instabilidade atual tem explicações claras: desgaste físico brutal, calendário espremido e um time que ainda está se ajustando taticamente para 2026. O técnico renovou com contrato longo e salário de R$ 2 milhões.
A prova máxima de que não há “caça às bruxas” é o papel assinado. O Flamengo renovou recentemente o contrato de Filipe Luís até o fim de 2027. O recado interno é de que o clube não vai repetir os erros do passado, quando triturava treinadores na primeira oscilação. O vestiário está fechado com o ídolo, e a direção confia plenamente em uma virada de chave iminente.
Reforços no no Flamengo no Lugar de Demissão
Em vez de perder tempo sondando o mercado atrás de um novo técnico, o Flamengo está no mercado buscando as peças que Filipe Luís pediu para fazer a engrenagem rodar.
O diagnóstico interno é de que o time precisa de variações. Por isso, a diretoria tentou investir pesado em um “camisa 9 móvel” (chegando a oferecer € 30 milhões por Kaio Jorge, recusados pelo Cruzeiro) para fazer sombra a Pedro e dar ao treinador opções de transição rápida e pressão alta. A mensagem é clara: o problema não é o comandante, é o arsenal disponível.
Quando a Situação Pode Mudar?
No futebol, e especialmente no Flamengo, a “paciência infinita” não existe. Embora a demissão esteja hoje totalmente descartada, o sarrafo de exigência do clube é altíssimo. O cenário só mudaria de figura se três gatilhos fossem acionados simultaneamente:
- Uma sequência ainda mais longa de atuações desastrosas.
- Perda de controle do vestiário (ruptura com os jogadores).
- Algum dirigente “vazar” desconfiança publicamente.
Como nada disso aconteceu, o ídolo segue prestigiado e com a caneta na mão.