O sonho da torcida do Flamengo de ver Paulo Dybala com a camisa rubro-negra sofreu um duro golpe. Segundo o portal Somos Fanáticos, o craque argentino da Roma já sinalizou positivamente ao Boca Juniors e aceita o desafio de jogar na Bombonera a partir de 2026. A decisão final agora depende apenas do aval da família para oficializar o retorno à América do Sul.
Nas últimas semanas, Dybala foi ventilado como o “reforço bombástico” que o Flamengo buscaria ao fim de seu contrato na Europa. No entanto, o fator emocional parece ter pesado mais que o financeiro. A relação próxima com Leandro Paredes (que também deve voltar ao Boca) e a paixão declarada pelo clube xeneize colocam Buenos Aires à frente do Rio de Janeiro na rota do jogador.
O “Sim” ao Boca Juniors para Paulo Dybala
Dybala tem contrato com a Roma até junho de 2026 e recebe cerca de € 6 a 8 milhões por ano. Para jogar no Boca, ele aceitaria uma redução salarial drástica, priorizando o projeto esportivo e sentimental.
- O Bastidor: Daniel Paredes, pai de Leandro, já havia revelado: “Eu sei que o Paulo quer vir. Ele tem coração de Boca”.
- A Operação: O Boca trabalha para assinar um pré-contrato em janeiro de 2026, trazendo o jogador “de graça” (apenas salários e luvas) no meio do ano.
Flamengo: O Sonho que não Saiu do Papel

Apesar do frenesi nas redes sociais, a diretoria do Flamengo nunca tratou Dybala como prioridade oficial. O clube monitorava a situação como “oportunidade de mercado”, mas sabia que competir com o coração do atleta seria difícil.
Se Dybala confirmar a ida para o Boca, o Rubro-Negro terá que buscar outro nome de peso internacional para seu projeto de Mundial e Libertadores em 2026.
Análise Moon BH: O Peso da Camisa
O caso Dybala é um lembrete de que, no futebol sul-americano, o dinheiro nem sempre é tudo. O Flamengo tem maior poderio econômico que o Boca, mas não pode comprar a história de infância de um jogador.
Para o Boca Juniors, trazer um campeão do mundo de 31 anos seria a maior contratação do século. Para o Flamengo, resta a lição de que “sonhos de verão” europeus exigem mais do que apenas caixa cheio; exigem um alinhamento de astros que, desta vez, brilharam em azul e amarelo.