O super empresário Rubens Menin está rindo à toa — e o mercado financeiro também. Presidente do Conselho da SAF do Atlético-MG, vive uma fase iluminada nos negócios. As três gigantes mineiras lideradas por ele (MRV, Logg e Inter) tiveram uma arrancada impressionante nos últimos 12 meses, superando com folga a média da Bolsa. Para o torcedor do Galo, os números são um recado claro de solidez: o homem forte por trás do clube não gere apenas paixão, gere máquinas de fazer dinheiro que estão voando baixo, mesmo com os juros altos no Brasil.
O “Hattrick” de Rubens Menin na Bolsa
Enquanto o Ibovespa subiu cerca de 45% no período, o trio de ferro de Menin deixou o índice comendo poeira. Veja o placar dos últimos 12 meses (até início de fev/2026):
- 🚀 Inter&Co (INTR – Nasdaq): +78,2% (Disparada em dólar nos EUA).
- 🏗️ MRV (MRVE3): +57,7%.
- 📦 Logg (LOGG3): +51,9%.
Por que elas “acordaram”?
Não foi sorte, foi gestão.

- Inter (A Estrela): O banco digital parou de prometer e começou a entregar lucro pesado. Com ROE (retorno sobre patrimônio) de 14,2% e resultados recordes, o mercado americano reprecificou o ativo. O Inter virou “banco grande” nos números.
- MRV (A Retomada): A construtora arrumou a casa, estancou sangrias (como na operação americana Resia) e surfou a onda do novo “Minha Casa Minha Vida”, que agora atende famílias com renda de até R$ 12 mil.
- Logg (A Pagadora): Focou em logística e brilhou ao anunciar dividendos gordos no fim de 2025, atraindo o investidor que gosta de dinheiro pingando na conta.
O “Capitalismo Mineiro” Mostra Força
Esse movimento prova que Minas Gerais vai muito além de minério e queijo. O estado consolidou um complexo financeiro e imobiliário de escala global, capaz de captar bilhões no mercado de capitais. Mesmo com a Selic em 15%, as empresas de Menin conseguiram convencer investidores de que o pior ficou para trás e o ciclo de alta começou.
Para a torcida do Atlético, ver as empresas de Rubens Menin decolarem é a melhor notícia “extra-campo” possível. No modelo de SAF, a saúde financeira do dono e sua credibilidade no mercado são vitais para a sustentabilidade do projeto esportivo a longo prazo.
Rubens Menin não é um aventureiro; é um tubarão que sabe navegar em mar revolto. Se ele consegue fazer o Inter subir 78% na Nasdaq e a MRV renascer em meio a juros altos, a gestão do Galo está em mãos de quem entende de criar valor e, principalmente, de vencer. O “Efeito Menin” na bolsa é a prova de que o Galo tem um alicerce de concreto armado. Basta calma do torcedor.