HomeEsportesAtléticoRubens Menin, dono do Atlético, viu seu "Hattrick"subir até 78% na bolsa

Rubens Menin, dono do Atlético, viu seu “Hattrick”subir até 78% na bolsa

O super empresário Rubens Menin está rindo à toa — e o mercado financeiro também. Presidente do Conselho da SAF do Atlético-MG, vive uma fase iluminada nos negócios. As três gigantes mineiras lideradas por ele (MRV, Logg e Inter) tiveram uma arrancada impressionante nos últimos 12 meses, superando com folga a média da Bolsa. Para o torcedor do Galo, os números são um recado claro de solidez: o homem forte por trás do clube não gere apenas paixão, gere máquinas de fazer dinheiro que estão voando baixo, mesmo com os juros altos no Brasil.

O “Hattrick” de Rubens Menin na Bolsa

Enquanto o Ibovespa subiu cerca de 45% no período, o trio de ferro de Menin deixou o índice comendo poeira. Veja o placar dos últimos 12 meses (até início de fev/2026):

  • 🚀 Inter&Co (INTR – Nasdaq): +78,2% (Disparada em dólar nos EUA).
  • 🏗️ MRV (MRVE3): +57,7%.
  • 📦 Logg (LOGG3): +51,9%.

Por que elas “acordaram”?

Não foi sorte, foi gestão.

Foto: Beto Barata/PR
  1. Inter (A Estrela): O banco digital parou de prometer e começou a entregar lucro pesado. Com ROE (retorno sobre patrimônio) de 14,2% e resultados recordes, o mercado americano reprecificou o ativo. O Inter virou “banco grande” nos números.
  2. MRV (A Retomada): A construtora arrumou a casa, estancou sangrias (como na operação americana Resia) e surfou a onda do novo “Minha Casa Minha Vida”, que agora atende famílias com renda de até R$ 12 mil.
  3. Logg (A Pagadora): Focou em logística e brilhou ao anunciar dividendos gordos no fim de 2025, atraindo o investidor que gosta de dinheiro pingando na conta.

O “Capitalismo Mineiro” Mostra Força

Esse movimento prova que Minas Gerais vai muito além de minério e queijo. O estado consolidou um complexo financeiro e imobiliário de escala global, capaz de captar bilhões no mercado de capitais. Mesmo com a Selic em 15%, as empresas de Menin conseguiram convencer investidores de que o pior ficou para trás e o ciclo de alta começou.

Para a torcida do Atlético, ver as empresas de Rubens Menin decolarem é a melhor notícia “extra-campo” possível. No modelo de SAF, a saúde financeira do dono e sua credibilidade no mercado são vitais para a sustentabilidade do projeto esportivo a longo prazo.

Rubens Menin não é um aventureiro; é um tubarão que sabe navegar em mar revolto. Se ele consegue fazer o Inter subir 78% na Nasdaq e a MRV renascer em meio a juros altos, a gestão do Galo está em mãos de quem entende de criar valor e, principalmente, de vencer. O “Efeito Menin” na bolsa é a prova de que o Galo tem um alicerce de concreto armado. Basta calma do torcedor.

Redação - Moon BH
Redação - Moon BHhttps://moonbh.com.br
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