O Atlético-MG iniciou 2026 com uma reformulação radical em seu elenco. Entre vendas, empréstimos e fins de contrato, o clube confirmou a saída de 10 jogadores neste início de temporada. O movimento atende a dois objetivos claros da SAF: enxugar a folha salarial e entregar a Jorge Sampaoli um grupo mais “enxuto” e alinhado ao seu estilo de jogo.
A lista inclui nomes de peso, apostas recentes que não vingaram e, principalmente, um ídolo da torcida que deixa uma lacuna gigante na lateral-esquerda.
O Fim de uma Era no Atlético-MG: A Saída de Arana
O nome que mais impacta a Massa é Guilherme Arana. Pilar do time multicampeão, o lateral-esquerdo encerra seu ciclo no Galo. Sua saída representa não apenas uma perda técnica irreparável, mas também o maior alívio financeiro da lista, dado seu alto salário e valor de mercado.
A Lista Completa das 10 Saídas
Além de Arana, a “limpa” no vestiário atingiu todos os setores do campo. Confira quem já deixou a Cidade do Galo nesta janela:
Defesa:
- Guilherme Arana (Lateral-esquerdo): A principal baixa. Deixa o clube como ídolo.
- Renzo Saravia (Lateral-direito): Não teve contrato renovado/foi negociado após perder espaço.
- João Marcelo (Zagueiro): Zagueiro que sai para buscar mais minutos.
- Robert Alves (Goleiro): Opção de banco que segue novos rumos.

Meio-Campo: 5. Fausto Vera (Volante): Investimento alto que oscilou e não se firmou como titular absoluto com Sampaoli. 6. Gabriel Menino (Volante/Meia): Outro nome de peso que deixa o clube após passagem pela capital mineira. 7. Robert Santos (Meia): Jovem promessa que deve rodar para ganhar experiência.
Ataque: 8. Biel (Atacante): Velocista que não se encaixou no modelo de jogo atual. 9. Caio Paulista (Atacante/Lateral): Jogador versátil que também entra na barca de saídas. 10. Isaac (Atacante): Cria da base que foi liberada/negociada.
Por que tanta mudança?
A diretoria da SAF trabalha com a lógica de “oxigenação”. A avaliação interna era de que o elenco estava inchado e caro. Com a saída desses 10 nomes, o Atlético abre um espaço considerável na folha salarial (estimada em milhões de economia mensal) para buscar os reforços pontuais e intensos que Sampaoli exige — ou simplesmente para equilibrar o caixa após anos de investimento agressivo.