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A Odisseia estreia em BH: veja cinemas, preços e o alerta sobre o IMAX

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A Odisseia, um dos filmes mais aguardados de 2026, estreia nesta quinta-feira, 16 de julho, em Belo Horizonte. O novo épico de Christopher Nolan terá sessões em pelo menos dez cinemas da capital, com opções dubladas e legendadas distribuídas entre as redes Cineart, Cinemark e Cinépolis.

Com 2 horas e 52 minutos de duração e classificação indicativa de 14 anos, o longa acompanha Odisseu, interpretado por Matt Damon, na perigosa viagem de volta para Ítaca após a Guerra de Troia. Anne Hathaway, Tom Holland, Robert Pattinson e Zendaya também estão entre os nomes do elenco.

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O lançamento, porém, traz uma particularidade para quem esperava assistir à produção no principal formato defendido por Nolan. Embora o filme tenha sido rodado integralmente com câmeras IMAX, a programação de abertura consultada no Cineart Boulevard coloca A Odisseia nas salas 5 e 6, sem indicação de sessão na sala IMAX.

Como as redes podem atualizar a grade ao longo da semana, o espectador interessado especificamente nessa tecnologia deve conferir o formato antes de concluir a compra.

Onde assistir a A Odisseia em Belo Horizonte

Os horários abaixo correspondem à programação de quinta-feira, 16 de julho, consultada na véspera da estreia. As redes podem alterar salas e sessões de acordo com a procura.

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Os preços da Cineart e da Cinépolis consideram as tabelas divulgadas pelas próprias redes para quinta-feira. Compras pela internet podem incluir taxa de conveniência, enquanto descontos, convênios e meia-entrada dependem das regras de cada estabelecimento.

Na Cinemark, os valores variam conforme a sessão, a categoria do ingresso, o benefício utilizado e o tipo de sala. O preço definitivo aparece durante o processo de compra.

Cinemark Pátio Savassi — São Pedro

O cinema terá sessões legendadas às 13h10, 16h50 e 20h30, todas na sala 5. A página do filme reunindo a programação de BH indicava ingressos a partir de R$ 29,64, mas a Cinemark mostra o preço final somente depois da seleção da sessão e da categoria do ingresso.

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Cinemark Diamond Mall — Lourdes

É a unidade com maior número de sessões na estreia: 13h10, 14h40, 16h50, 19h, 20h30 e 21h10, todas legendadas. Com exceção da exibição das 19h, na sala 3, as demais estão marcadas para as salas Prime 1 e Prime 2.

As salas Prime são mais caras que as convencionais. Como referência, a unidade apresentava na véspera preços online mínimos de R$ 18,24 para sessões comuns e de R$ 26,79 para sessões Prime de outros títulos, valores sujeitos a alteração no lançamento de A Odisseia.

Cinemark BH Shopping — Belvedere

As três sessões são legendadas e começam às 13h10, 16h50 e 20h30, na sala 2. A referência mínima online encontrada na unidade na véspera era de R$ 26,88, incluindo taxas e modalidades promocionais. O preço específico de A Odisseia deve ser confirmado no checkout.

Cineart Minas Shopping — bairro São Paulo

Há sessões dubladas às 13h30, 17h e 20h30, além de uma opção legendada às 20h40. O ingresso para a sessão das 13h30 custa R$ 40 a inteira e R$ 20 a meia. A partir das 17h, os valores sobem para R$ 46 e R$ 23.

Cineart Boulevard — Santa Efigênia

As sessões das 13h30 e 17h são legendadas, enquanto a exibição das 20h40 é dublada. A sessão da tarde custa R$ 46 a inteira e R$ 23 a meia. Nos horários a partir das 17h, os ingressos custam R$ 48 e R$ 24.

É a única sala IMAX de BH e terá três sessões de exibição. A tabela da rede cobra R$ 62 pela inteira e R$ 31 pela meia no IMAX, mas esses valores só serão aplicáveis caso o filme ganhe sessões confirmadas no formato.

Cineart Via Shopping — Barreiro

É uma das opções mais baratas da estreia. As sessões, todas dubladas, começam às 13h30, 17h e 20h30. À tarde, o ingresso custa R$ 30 a inteira e R$ 15 a meia. Depois das 17h, os valores passam para R$ 32 e R$ 16.

Cineart Ponteio — Santa Lúcia

O Ponteio terá sessões legendadas às 13h40, 17h10, 20h40 e 20h45. Para as salas convencionais, a tabela informa R$ 50 pela inteira e R$ 25 pela meia durante todo o dia. Sessões eventualmente identificadas como Premier têm valores diferentes.

Cineart Del Rey — Caiçara

As exibições das 13h40 e 17h são dubladas. À noite, haverá sessões legendadas às 20h30 e 20h45. O primeiro horário custa R$ 40 a inteira e R$ 20 a meia; nas demais sessões, o preço é de R$ 44 e R$ 22.

Cineart Cidade — Centro de BH

A unidade terá sessões dubladas às 13h50, 19h40 e 20h, além de uma legendada às 19h50. O ingresso da sessão vespertina custa R$ 34 a inteira e R$ 17 a meia. À noite, os valores são R$ 37 e R$ 18,50.

Cinépolis Estação BH — Venda Nova

O filme será exibido dublado às 14h15, 18h e 21h45. As opções legendadas começam às 19h40 e 20h50. A tabela da rede estabelece R$ 38 para a inteira e R$ 19 para a meia nas sessões iniciadas até 16h59. Depois das 17h, os valores são R$ 40 e R$ 20.

O que esperar do novo filme de Christopher Nolan

Matt Damon, Will Yun Lee, e Himesh Patel em ‘A Odisseia’ (2026) — Foto: Divulgação

A Odisseia adapta o poema atribuído a Homero, mas não deve ser confundido com uma simples reprodução escolar da mitologia grega. A história começa depois da Guerra de Troia, quando Odisseu tenta retornar à ilha de Ítaca, onde Penélope e o filho Telêmaco aguardam sua volta.

No caminho, ele encontra figuras como o ciclope Polifemo, as sereias e Calipso. A viagem, porém, também funciona como uma história sobre guerra, sobrevivência, identidade e as consequências psicológicas enfrentadas por alguém que tenta voltar para casa depois de anos de violência.

As primeiras críticas internacionais destacaram justamente esse tom mais sombrio. O filme foi descrito como um espetáculo de grande escala, mas também como uma narrativa sobre trauma, memória e a dificuldade de Odisseu em recuperar a vida que deixou para trás.

No aspecto técnico, Nolan levou ainda mais longe a experiência iniciada em produções como Oppenheimer e Dunkirk. A Odisseia foi apontado como o primeiro longa-metragem filmado integralmente com câmeras de película IMAX, incluindo cenas de diálogo que antes seriam difíceis de registrar por causa do ruído produzido pelo equipamento.

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Anna Millard
Anna Millard
Jornalista pela Universidade Federal de Ouro Preto. Tem experiência em jornalismo esportivo, cidades e economia. Passou pelo setor público em assessoria de comunicação e assessoria de imprensa.