Os mineiros rejeitaram um segundo turno entre Antônio Anastasia e Fernando Pimentel e colocaram no lugar do atual governador o estreante na política Romeu Zema.



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Ao melhor exemplo de Doria, o empresário milionário está decidido a entrar na política e já se tornou o mais poderoso de seu recém criado partido de homens ricos.

Do outro lado, temos o candidato que já governou Minas e tem um partido mergulhado em escândalos de corrupção, elegendo poucos candidatos.

Mas qual dos dois acumulou maior fortuna até aqui? Bom, nós já havíamos feito o levantamento no primeiro turno, mas agora separamos apenas os dois finalistas. Entretanto, agora acrescentando quanto cada um já gastou.






Professor Anastasia – 1,315 milhão

Candidato pelo PSDB, Antônio Anastasia é o atual líder nas pesquisas de intenção de voto. Nesta eleição Anastasia declarou ter exatos R$1.315.319,25. Quando concorreu pela primeira vez ao governo, em 2010, ele ainda não era milionário, tinha R$270.000,00.

Veja a lista completa aqui

Romeu Zema – 69,752 milhões

Candidato pelo NOVO, Romeu tem quase R$ 70 milhões e constava como quarto lugar na lista de intenção de voto.

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Já os gastos de campanha, mostram uma diferença de quase 10 milhões de reais, no primeiro turno. Para o segundo, cada um poderá gastar até 7 milhões.

Anastasia

O candidato do PSDB arrecadou um total de quase onze milhões e meio, mas gastou cerca de dez milhões, ficando com um saldo de mais de um milhão para este turno.

A maior parte de sua verba foi gasta com a produção de programas de televisão, publicidade impressa e despesas com pessoal.

Gente muito rica e suplentes do senador doaram boas quantias à campanha.

Zema

Enquanto isso, o candidato do NOVO arrecadou pouco menos de 900 mil. Assim como o outro candidato, a maior parte veio do partido, recém criado.

Mais de 25% foi doado pelo próprio candidato, 235 mil. Também teve gente rica doando valores que chegaram aos 200 mil.

A maior parte do dinheiro foi gasto com publicidade impressa (e quem não recebeu ao menos um panfleto dos ‘testemunhas de Romeu’, espalhados por toda esquina de BH?), impulsionamento de conteúdo nas redes sociais e adesivos.