A diretoria do Palmeiras mandou um recado claro ao mercado nesta janela de transferências: seus principais jogadores não estão à venda, a menos que a proposta seja irrecusável. O clube rejeitou uma investida do Grêmio pelo meia Raphael Veiga, na casa dos R$ 100 milhões, e também fechou as portas para qualquer sondagem pelo lateral-direito Agustín Giay.
Veiga: para rivais brasileiros, nem pensar
O Grêmio, em um movimento ousado, tentou a contratação de Raphael Veiga, chegando a sinalizar com valores entre 15 e 20 milhões de euros. A resposta do Palmeiras, no entanto, foi um “não” taxativo.
A diretoria alviverde sequer abriu negociação e deixou claro que não tem qualquer intenção de reforçar um rival direto na briga por títulos. A saída do camisa 23 só será considerada para um gigante europeu e por uma proposta muito superior.
Giay: a aposta de longo prazo
O argentino Agustín Giay, alvo de clubes italianos como Milan e Napoli, também teve sua permanência assegurada. Apesar de especulações sobre uma oferta de 12 milhões de euros, o Palmeiras não recebeu nenhuma proposta oficial e não pretende negociar o jogador. Com contrato até 2029, o clube entende que o lateral de 21 anos tem um enorme potencial de valorização e é uma peça-chave no time de Abel Ferreira.
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Palmeiras quer agir com consistência
A firmeza espelhada nas decisões sobre Veiga e Giay traz consigo a clara mensagem de que o Palmeiras não venderá seus pilares por valores meramente especulativos ou para fortalecer rivais diretos.
Ao esmagar a chance de negociação com o Grêmio, a diretoria reforça que vê o mundo como mercado — e não o Brasil como escada. Quanto a Giay, a paciência para colher frutos em valor futuro é evidente: com contrato estendido, o Verdão sinaliza que sabe investir, sim, mas também sabe segurar quem vale mais do que qualquer cifra passageira.