Com a aproximação da Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, os torcedores brasileiros de futebol estão em clima de reflexão. Já se passaram 24 anos desde a última vitória do Brasil na Copa do Mundo — um momento mágico em Yokohama, no Japão, em 2002.
Para aqueles ansiosos para apostar na Betfair no resultado do torneio, o Brasil continua sendo uma das seleções mais atraentes e emocionantes do quadro. Essa vitória foi o quinto título da Copa do Mundo do Brasil, consolidando ainda mais sua posição como a nação mais bem-sucedida da história do futebol. No entanto, desde aquele verão inesquecível, a Seleção tem passado por uma longa espera, na esperança de reconquistar o cobiçado Troféu Jules Rimet.
A glória de 2002: um time dos sonhos em plena ascensão
A Copa do Mundo de 2002 foi realmente uma vitrine do melhor do futebol brasileiro. Com lendas como Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho e Cafu liderando o time, o Brasil exibiu uma mistura cativante de talento, criatividade e resiliência. A história de redenção de Ronaldo — que voltou de uma lesão que ameaçava sua carreira para marcar dois gols na final contra a Alemanha — tornou-se um dos momentos mais icônicos do futebol. A habilidade de Rivaldo e os momentos mágicos de Ronaldinho ao longo do torneio reforçaram a sensação de que o Brasil era simplesmente irresistível.
Aquela equipe encarnava tudo o que os torcedores brasileiros apreciam no futebol: um jogo bonito e ofensivo, combinado com disciplina tática. A vitória final em Yokohama foi mais do que apenas uma conquista; foi uma celebração da identidade nacional profundamente entrelaçada com o esporte.
Um caminho desafiador desde então
Nos 24 anos desde 2002, a trajetória do Brasil na Copa do Mundo foi repleta de altos e baixos. A Seleção chegou às quartas de final e às semifinais, mas nunca conseguiu conquistar o título novamente. A decepção de 2014 ainda persiste — a surpreendente derrota do Brasil por 7 a 1 para a Alemanha em casa continua sendo um dos momentos mais sombrios da história do futebol brasileiro.
No entanto, os anos também viram o Brasil produzir uma nova geração de estrelas. Jogadores como Neymar, Casemiro, Alisson e Vinícius Júnior carregaram a tocha, combinando a criatividade tradicional brasileira com a fisicalidade e a consciência tática exigidas pelo futebol moderno. O estilo da equipe evoluiu, mas a expectativa de sucesso continua tão alta como sempre.
Olhando para 2026: uma espécie de volta ao lar
A Copa do Mundo de 2026 promete ser especial para o Brasil por vários motivos. É o primeiro torneio realizado na América do Norte em 32 anos, oferecendo aos torcedores brasileiros uma sensação de proximidade geográfica. Os laços culturais compartilhados e a grande diáspora brasileira nos Estados Unidos e no Canadá significam que a Seleção terá um apoio massivo dentro e fora de campo.
Além disso, com Carlo Ancelotti agora comandando a equipe, há otimismo em relação à combinação do tradicional talento brasileiro com a sofisticação tática europeia. Jovens talentos emergentes do Brasileirão e de clubes europeus estão prontos para deixar sua marca, criando um elenco equilibrado e dinâmico. Para os entusiastas das apostas de futebol, a profundidade do elenco brasileiro e a evolução tática sob o comando de Ancelotti tornam a seleção uma das mais fascinantes para acompanhar e analisar rumo à América do Norte.
O sonho do Hexa ainda vivo
Para os brasileiros, a Copa do Mundo é mais do que apenas um torneio; é um símbolo de orgulho e unidade nacional. A memória de 2002 permanece viva — um lembrete do que é possível quando a Seleção joga com toda a sua força. Agora, 24 anos depois, o sonho de conquistar o Hexa, o sexto título da Copa do Mundo, está vivo e mais forte do que nunca.
Enquanto o Brasil se prepara para buscar a glória na América do Norte, o país mais uma vez se unirá em torno de sua seleção, na esperança de escrever um novo capítulo em sua rica história no futebol — um capítulo que ecoe os triunfos de Yokohama e cumpra a tão esperada promessa de 2026.