Em meio a tantas notícias sobre o coronavírus, fica difícil acreditar que há três meses BH sofria com as fortes tempestades de chuva.

Após o novo recorde de mortes pela COVID-19 no Brasil, que ultrapassou o número de óbitos da China, o presidente Jair Bolsonaro fez uma nova declaração polêmica.“E daí? Lamento, quer que faça o quê? Eu sou Messias, mas eu não faço milagre. As mortes de hoje, a princípio foram de pessoas infectadas há duas semanas. É o que eu digo para vocês. Infelizmente o vírus vai atingir 70% da população. É a realidade. Mortes ninguém negou que haveria”, disse.

Voltando para o início do ano, em fevereiro, o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), estava sendo questionado sobre as obras após as chuvas na cidade. “Você está me cobrando o quê? Um milagre?”, era o que respondia em entrevista coletiva sobre a demora nas obras da Av. Tereza Cristina. De acordo com ele, as obras só poderiam ser feitas após o período chuvoso.

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“Estou com a concorrência da Tereza Cristina pronta, com ganhador e com tudo para entrar. Eu não posso entrar agora (por causa das chuvas). O dia que eu entrar (com o maquinário), em 20 dias (a via) estará pronta”, afirmava.

Ainda assim, quase três meses após as chuvas, as obras na avenida continuam. De acordo com a prefeitura, além da recuperação do asfalto, está sendo feita a reconstrução do passeio e a recolocação de alguns postes de iluminação.

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Os serviços estão previstos para serem concluídos até o fim de maio, tendo um custo de aproximadamente R$ 450 mil.

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