O Governo Romeu Zema (Novo) surfa no aumento da gasolina, tendo o estado o maior ICMS do país, o que afeta diretamente a arrecadação. Mas também é protagonista em outros aumentos que afetam diretamente a população, principalmente a mais pobre.

Quem precisa tirar uma nova via do RG, por exemplo, se assusta com os novos valores.

Quando Zema ganhou, o valor do documento era de R$ 32,51. Hoje, no último ano do mandato, quem precisa de uma segunda via precisa pagar R$ 95,41.

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O valor é praticamente o triplo do início da gestão e sofre acusações de que tenha virado um imposto irregular. A cobrança deveria servir apenas para cobrir custos de emissão, mas pode estar servindo como um tipo de arrecadação paralela.

Tanto São Paulo quanto Rio cobram cerca de R$ 45 pela segunda via, metade do que cobra Minas Gerais. É possível que o documento custe ainda mais até o fim de 2022.

Mais caro, menos atendimento

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Se por um lado o documento ficou mais caro, por outro a população de Belo Horizonte tem menos pontos de emissão.

A unidade do Barro Preto também foi fechada durante o Governo Zema. Agora são apenas 3 em BH: Praça 7, Venda Nova e Barreiro.

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