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A lenda do ‘prédio que balança’: a verdade sobre o Edifício JK, o gigante modernista de BH

Com seus 36 andares e mais de mil apartamentos, o Conjunto Governador Kubitschek, ou simplesmente Edifício JK, é um marco na paisagem de Belo Horizonte. Projetado por Oscar Niemeyer nos anos 50, o prédio é um ícone da arquitetura modernista e representa o sonho de uma cidade vertical e pulsante.

Por décadas, o JK foi o prédio mais alto da cidade e, com sua grandiosidade, nasceram as lendas. A mais famosa delas é a de que o “prédio balança”. Moradores e visitantes antigos juram que, em dias de vento forte, era possível sentir a estrutura oscilar. Mas isso é verdade?

Foto: Wikimedia Commons Editor/FFWD CC BY-SA 4.0

Engenheiros e especialistas explicam que todo prédio alto é projetado para ter uma certa oscilação, um movimento mínimo para absorver a força do vento e garantir a segurança da estrutura.

No caso do JK, por sua altura e pelo projeto da época, essa oscilação talvez fosse um pouco mais perceptível do que nos prédios super-rígidos de hoje. No entanto, o movimento sempre esteve dentro dos limites de segurança.

Hoje, o Edifício JK é um microcosmo de Belo Horizonte, abrigando estudantes, artistas e famílias, com um comércio vibrante em sua base. O mito do “prédio que balança” apenas adiciona charme à história deste gigante que, firme e forte, continua sendo um dos maiores símbolos da modernidade da capital mineira.

Redação Notícias
Redação Notícias
Notícias feitas direto da redação do Moon BH, com jornalistas formados há mais de 10 anos na UFMG e PUC-MG, e experientes na coberturas de Cidades, Entretenimento e futebol de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, como Cruzeiro, Atlético, Palmeiras e Flamengo.
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