No último sábado, 9, o Moon BH denunciou que a Prefeitura de Belo Horizonte mandou construir mais 3150 túmulos na capital (veja aqui).

A Construtora A Esperança, que já tem um contrato de R$ 1,5 milhão com a cidade, deveria construir 1050 carneiras com três gavetas (veja o que é no final).

Como a cidade está em estado de Calamidade Pública, pôde fazer o contrato sem licitação.

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O curioso é que no sábado BH tinha 25 mortos por covid-19, o que não justificava a construção destes 3 mil túmulos em regime de “emergência”. Somados às 1900 covas abertas, seriam 5 mil túmulos nos cemitérios públicos.

No Diário Oficial do Município (DOM BH) desta quinta-feira, 14, o contrato foi suspenso sem mais justificativas.

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Em entrevista à Rádio Gaúcha, publicada no último domingo, Alexandre Kalil disse que Belo Horizonte não sofreu aumento no número de sepultamentos por causa da pandemia.

No título da primeira publicação, destacamos que “ou BH vai ter 5 mil mortes em breve ou a prefeitura está gastando à toa”. Parece que estava gastando à toa. O valor do contrato não foi divulgado.

A contratação no Diário Oficial do Município (DOM BH)

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O que eles foram contratados para fazer

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