Uma das plataformas de transporte mais usadas no mundo inteiro, a Uber é líder no setor e apesar de ter faturamento bilionário, ainda não dá lucro.



Leia também: Aplicativo de comida delivery em BH dá R$ 100 pra quem baixar e usar; veja como aqui

Isso porque as taxas administrativas, custos com motoristas, publicidade e tecnologia custam à empresa mais do que ela fatura.

Para resolver isso, ela investe cada vez mais na tecnologia de direção autônoma. Isso significa que em breve carros poderão fazer viagens sem o motorista.

Uma outra solução seria um modelo semelhante ao das bicicletas e patinetes que viraram moda pela cidade (e estão causando traumatismo craniano em BH, veja aqui).






Criticado por muitos, o modelo de transporte da Uber está cada vez mais popular e acessível em cidade do interior.

Se muita gente tinha medo de experimentar o serviço quando foi criado, agora cada vez menos pessoas tem o receio.

Também ajuda o fato de saber que a empresa possui um seguro que abrange todas as viagens feitas pelo aplicativo.

Ele funciona de duas formas e tem três coberturas específicas. Veja abaixo:




Para o motorista:

A cobertura do motorista não vale para o tempo em que ele está esperando uma viagem, por exemplo, parado perto de um hotel ou aeroporto.

Mas assim que ele iniciar a corrida, tem proteção e se sofrer um acidente, será reembolsado em até R$ 15 mil para despesas médicas e odontológicas.

Se o pior acontecer e ele sofrer invalidez funcional ou total, poderá receber até R$ 100 mil. Caso venha à óbito, o valor é de exatos R$ 100 mil.




Para o passageiro:

O seguro para o passageiro começa a valer assim que a corrida é iniciada e tem abrangência enquanto a corrida durar.

Ou seja, assim que o motorista termine a viagem, a cobertura deixa de valer.

Os valores do seguro Uber seguem os mesmos padrões para os usuários: R$ 100 mil em caso de morte, até R$ 100 mil em casos de invalidez, parcial ou total e até R$ 15 mil em reembolso de despesas médicas e odontológicas.