No meio do ano passado um post publicado aqui no site obteve uma grande repercussão por mostrar como funciona o comércio de brisadeiros em BH, os brigadeiros de maconha.



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Na ocasião conversamos com uma vendedora que garantiu que “não tem perigo nenhum, porque a polícia nem desconfia e não tem como diferenciar. Segundo ela, uma estratégia caso encontre algum policial é dizer que o doce é pra ajudar na igreja”.

Agora, fazemos a previsão de encontrar dezenas de vendedores da iguaria durante o Carnaval de BH 2019.

Várias pessoas confirmaram a presença deles na folia do ano passado em quase todos os blocos que desfilaram pela Zona Sul.




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Vendidos por uma média de preço de R$ 5 cada, eles podem trazer um lucro gigantesco aos vendedores, mas também podem representar risco ao usuário.

Além de se tratar de um produto caseiro, diferentes reações ao produto podem ser registradas, não tendo o cliente a quem reclamar, é claro.

Também há o risco de comprar gato por lebre, já que você poderá estar pagando caro em um brigadeiro comum sem nada de maconha dentro.



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Brigadeiros de maconha: sucesso em todo o país nos últimos três anos, eles vem se popularizando em todo o país.

São diversas formas de fazer e as receitas são encontradas livremente na internet em sites e canais do YouTube.

Se assemelham muito aos doces de maconha encontrados em Amsterdã, onde a erva é tolerada e o Governo recebe altos lucros de sua comercialização. No Brasil tanto a erva quanto seus derivados são proibidos.